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Aplicativo, PWA ou site responsivo: qual escolher?

Nem todo problema precisa de app nativo. Um guia direto para decidir entre aplicativo, PWA e site responsivo com base em uso, orçamento e prazo.

A Administrador 3 min de leitura
Aplicativo, PWA ou site responsivo: qual escolher?

"Preciso de um aplicativo" é um pedido comum — e, em boa parte das vezes, o que resolve o problema é outra coisa. Escolher errado custa caro: um app parado na loja, sem downloads e sem manutenção, é dinheiro parado.

As três opções, sem jargão

Site responsivo

Seu site, adaptado a qualquer tela. Não precisa instalar nada, é encontrado pelo Google e atualiza para todo mundo no mesmo instante. É o menor custo e o menor atrito para o usuário.

PWA (Progressive Web App)

Um site com cara e comportamento de aplicativo: pode ser instalado na tela inicial, funciona parcialmente offline e envia notificações. Não passa pela aprovação das lojas e tem uma base de código só.

App nativo

Aplicativo instalado pela App Store ou Google Play. Melhor desempenho, acesso completo à câmera, GPS, biometria e notificações push. Também o mais caro: duas plataformas, processo de revisão e atualizações obrigatórias a cada versão de sistema operacional.

Cinco perguntas que decidem

1. Com que frequência a pessoa vai usar?

Uso diário ou semanal justifica um ícone na tela inicial. Uso esporádico — consultar um imóvel, pedir um orçamento — não justifica pedir uma instalação.

2. Você precisa de recursos do aparelho?

Câmera com processamento, GPS em segundo plano, biometria, leitura de código offline? Isso empurra para o nativo. Formulário, catálogo e conteúdo? O navegador dá conta.

3. Precisa ser encontrado no Google?

Conteúdo dentro de app não é indexado. Se a descoberta vem de busca orgânica, o site é obrigatório — o app pode vir depois, para quem já é cliente.

4. Notificação push é essencial?

Se sim, PWA já resolve em boa parte dos casos, com custo bem menor que o nativo.

5. Qual o orçamento e o prazo?

Um PWA costuma custar uma fração de dois apps nativos. Começar por ele, medir o uso real e só então investir em nativo é um caminho prudente — e muito comum.

Um cenário concreto: imobiliária

  • Para o cliente final: site responsivo rápido. Ele pesquisa imóvel uma vez na vida a cada alguns anos — não vai instalar um app para isso.
  • Para o corretor: app faz sentido. Ele usa todos os dias, precisa de câmera para registrar visita, GPS para rota e notificação de lead novo em tempo real.

O mesmo negócio, duas respostas diferentes. É por isso que a pergunta certa nunca é "app ou site?", e sim "quem vai usar, com que frequência e para quê?".

Ficou em dúvida sobre o seu caso? Veja como desenvolvemos aplicativos ou converse com a gente — a conversa de diagnóstico é gratuita.

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