Portais imobiliários: quanto custa depender só deles
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Ler artigoA pergunta não é qual dos dois é melhor. É quais partes do seu processo são commodity e quais são o motivo pelo qual o cliente escolhe você.
Toda empresa que cresce chega nesse impasse. De um lado, assinar um sistema pronto por uma fração do custo; do outro, mandar desenvolver exatamente o que se precisa. A discussão costuma virar preço, e preço é o critério menos útil dos que existem aqui.
Não é "qual é melhor". É: este processo é igual ao do meu concorrente?
Emitir nota fiscal, controlar contas a pagar, fechar folha - isso é igual em todo lugar. Comprar pronto é decisão óbvia: alguém já resolveu melhor do que você resolveria, por menos.
Agora, o jeito como você qualifica um cliente, precifica um serviço, distribui um atendimento ou monta uma proposta pode ser justamente o motivo de a sua empresa ganhar negócio. Esse pedaço, espremido dentro de um sistema genérico, vira planilha paralela - e planilha paralela é o sintoma clássico de software pronto no lugar errado.
Três sinais. Dois já bastam:
Compare cinco anos, não o primeiro. No pronto: implantação + mensalidades + integrações + o custo do que continua sendo feito à mão. No sob medida: desenvolvimento + infraestrutura + evolução anual (reserve algo entre 15% e 25% do valor do projeto por ano) + o custo de depender de um fornecedor de software.
Esse último item é real e precisa ser mitigado por contrato: código-fonte seu, documentação entregue, tecnologias de mercado - nada de linguagem exótica que só três pessoas no país mantêm.
Na prática, os melhores arranjos que montamos não são "tudo pronto" nem "tudo sob medida". São: sistema pronto para o que é commodity, camada sob medida para o que é seu, e integração ligando os dois.
No mercado imobiliário isso aparece o tempo todo: o CRM cuida do cadastro e do funil, e o site sob medida cuida da vitrine, do SEO e da captação - cada um fazendo o que faz bem, conversando por API. Ninguém precisa trocar de CRM para ter um site decente.
Sob medida não precisa nascer grande. O recorte que funciona é pegar um processo - o que mais consome hora ou o que mais gera erro -, desenvolvê-lo em poucas semanas, colocar em uso e medir. Se a primeira entrega não devolveu tempo, o problema é o escopo, e você descobriu isso barato.
O que não funciona é o projeto de doze meses que só mostra resultado no fim. O mercado muda, a prioridade muda, e o sistema nasce velho.
Avaliamos o cenário antes de propor - inclusive quando a resposta é "continue com o que você tem". Conheça nossos sistemas sob medida.
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