Portais imobiliários: quanto custa depender só deles
Portal traz volume, e volume é bom. O problema é a conta que aparece quando ele é o único canal: o lead é dele, a marca é dele e...
Ler artigoVisita não paga conta. O funil completo, da primeira impressão ao contrato assinado, e o número que revela onde o seu site está perdendo dinheiro.
A pergunta que todo dono de empresa quer responder é simples: o site está dando retorno? Responder exige olhar o funil inteiro, e não apenas o topo dele.
É a visita com chance real de virar cliente: quem procura o que você vende, onde você atende, na faixa que você pratica. O resto é movimento - agradável no relatório, invisível no caixa.
Ninguém marca a visita como qualificada. O que dá para ler é comportamento e origem: por qual busca a pessoa chegou, quantas páginas viu, se voltou. É por isso que o funil abaixo começa na impressão e não para na visita - o juiz está mais adiante.
Quantas vezes você apareceu - na busca, no anúncio, na rede social. Sozinho não vale nada, mas é o teto de tudo o que vem depois. Impressão baixa significa problema de alcance, não de site.
Quantas pessoas de fato entraram. A relação entre impressão e visita é a taxa de clique - e ela mede se o seu título e a sua descrição são convincentes.
Quem passou de alguns segundos, rolou a página ou visitou uma segunda. Separar isso do total revela quanto do tráfego é qualificado de verdade. Campanha com muita visita e pouco engajamento normalmente está trazendo o público errado.
Formulário enviado, clique no WhatsApp, ligação. É a primeira métrica que fala a língua do comercial. Taxa de conversão saudável varia muito por setor - o que importa é a sua própria série histórica.
Dos contatos recebidos, quantos são realmente potenciais clientes? Aqui entra o comercial: e-mail falso, curioso, fornecedor tentando vender e concorrente pesquisando preço não contam. É a métrica mais reveladora do funil.
Quantos leads viraram proposta e quantas propostas viraram contrato. Esse número mora no CRM, não no Analytics - e por isso é o mais ignorado.
Divida os leads qualificados pelo total de leads. Se a taxa é baixa, o problema não é o volume de tráfego: é a mensagem. O site está atraindo a pessoa errada ou prometendo o que você não entrega. Mais investimento em mídia só vai multiplicar leads ruins.
Se a taxa é alta mas o volume é baixo, aí sim o gargalo é de tráfego - e a solução é conteúdo e mídia.
Custo por lead é o investimento do canal dividido pelos leads que ele gerou. Duas armadilhas:
A jornada real é bagunçada: a pessoa vê um anúncio, procura no Google dias depois, entra pela rede social e só então preenche o formulário. Nenhuma ferramenta resolve isso perfeitamente. O que funciona na prática é registrar a origem do primeiro toque junto ao lead e perguntar "como você chegou até nós?" no formulário. As duas informações juntas dão um retrato suficientemente bom.
Se você acompanhar apenas isto, todo mês, já estará bem servido:
Site não é despesa de marketing nem item de imagem: é canal de venda. E canal de venda se avalia por venda. Se o seu site não consegue responder quantos negócios trouxe no último trimestre, o problema não é o desempenho dele - é a medição.
O passo seguinte é colocar preço nisso: quanto custa um lead qualificado mostra a conta canal a canal.
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