Do tráfego ao lead qualificado: as métricas que importam
Visita não paga conta. O funil completo, da primeira impressão ao contrato assinado, e o número que revela onde o seu site está...
Ler artigoO que realmente define o preço de um site, por que orçamentos variam tanto entre fornecedores e como comparar propostas sem cair na armadilha do mais barato.
É a primeira pergunta de praticamente todo cliente — e a resposta honesta é que não existe preço de tabela. Um site é um projeto, não um produto de prateleira. O que dá para fazer é explicar o que puxa o custo para cima ou para baixo, para você comparar propostas sabendo o que está comprando.
Uma landing page de campanha tem uma página e um objetivo. Um site institucional tem home, serviços, sobre, blog e contato. Um portal de imóveis tem busca, filtros, ficha de produto e integração com um sistema externo. São três níveis completamente diferentes de esforço.
Usar um tema pronto reduz o custo inicial e é uma escolha legítima quando o orçamento é apertado. A conta muda no médio prazo: temas carregam código que você não usa, limitam personalização e costumam prender o projeto à plataforma. Design exclusivo custa mais na largada e rende mais depois.
Todo ponto em que o site conversa com outro sistema — CRM, ERP, gateway de pagamento, portal, ferramenta de e-mail — é um item de escopo com risco próprio. Integração bem-feita exige tratar erro, autenticação, sincronização e o que fazer quando o outro lado sai do ar.
Se os textos, fotos e vídeos já existem, o projeto anda. Se precisam ser criados, isso entra no escopo — e é frequentemente o que mais atrasa cronogramas.
Urgência tem preço. Comprimir um projeto de seis semanas em duas significa alocar mais gente em paralelo.
Se algum desses itens aparece como "opcional" na proposta, vale perguntar por quê.
Coloque as propostas lado a lado e compare escopo, não só o número final. Pergunte a cada fornecedor: quantas páginas estão inclusas? Quantas rodadas de ajuste no layout? Quem escreve os textos? O que acontece depois da entrega? Quem fica com o código e o domínio?
Duas propostas com valores muito diferentes quase sempre estão descrevendo dois projetos diferentes.
Escolher pelo menor preço sem olhar o que está incluído costuma gerar um segundo projeto seis meses depois — agora com o custo de migrar conteúdo, recuperar posições perdidas no Google e refazer o que ficou pela metade. O site mais caro é o que precisa ser refeito.
Na SA Corp, toda proposta sai depois de uma conversa de diagnóstico e traz escopo, cronograma e valor por escrito. Fale com a gente e receba a sua.
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