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Quanto custa fazer um site profissional em 2026?

O que realmente define o preço de um site, por que orçamentos variam tanto entre fornecedores e como comparar propostas sem cair na armadilha do mais barato.

A Administrador 3 min de leitura
Quanto custa fazer um site profissional em 2026?

É a primeira pergunta de praticamente todo cliente — e a resposta honesta é que não existe preço de tabela. Um site é um projeto, não um produto de prateleira. O que dá para fazer é explicar o que puxa o custo para cima ou para baixo, para você comparar propostas sabendo o que está comprando.

O que define o preço de um site

1. Quantidade e complexidade das páginas

Uma landing page de campanha tem uma página e um objetivo. Um site institucional tem home, serviços, sobre, blog e contato. Um portal de imóveis tem busca, filtros, ficha de produto e integração com um sistema externo. São três níveis completamente diferentes de esforço.

2. Design exclusivo ou template

Usar um tema pronto reduz o custo inicial e é uma escolha legítima quando o orçamento é apertado. A conta muda no médio prazo: temas carregam código que você não usa, limitam personalização e costumam prender o projeto à plataforma. Design exclusivo custa mais na largada e rende mais depois.

3. Integrações

Todo ponto em que o site conversa com outro sistema — CRM, ERP, gateway de pagamento, portal, ferramenta de e-mail — é um item de escopo com risco próprio. Integração bem-feita exige tratar erro, autenticação, sincronização e o que fazer quando o outro lado sai do ar.

4. Conteúdo

Se os textos, fotos e vídeos já existem, o projeto anda. Se precisam ser criados, isso entra no escopo — e é frequentemente o que mais atrasa cronogramas.

5. Prazo

Urgência tem preço. Comprimir um projeto de seis semanas em duas significa alocar mais gente em paralelo.

O que precisa estar incluso em qualquer proposta séria

  • Layout responsivo, testado em celular de verdade — não só redimensionado.
  • Otimização de imagens e tempo de carregamento medido.
  • SEO técnico básico: títulos, meta descrições, URLs limpas, sitemap e dados estruturados.
  • Definição clara de quais áreas do site você poderá editar depois — e quais não.
  • Formulários com proteção anti-spam e registro dos contatos recebidos.
  • Certificado SSL, configuração de domínio e publicação.
  • Integração com Google Analytics e Search Console.
  • Treinamento da equipe e um período de suporte pós-entrega.

Se algum desses itens aparece como "opcional" na proposta, vale perguntar por quê.

Como comparar propostas de forma justa

Coloque as propostas lado a lado e compare escopo, não só o número final. Pergunte a cada fornecedor: quantas páginas estão inclusas? Quantas rodadas de ajuste no layout? Quem escreve os textos? O que acontece depois da entrega? Quem fica com o código e o domínio?

Duas propostas com valores muito diferentes quase sempre estão descrevendo dois projetos diferentes.

O erro que sai mais caro

Escolher pelo menor preço sem olhar o que está incluído costuma gerar um segundo projeto seis meses depois — agora com o custo de migrar conteúdo, recuperar posições perdidas no Google e refazer o que ficou pela metade. O site mais caro é o que precisa ser refeito.

Na SA Corp, toda proposta sai depois de uma conversa de diagnóstico e traz escopo, cronograma e valor por escrito. Fale com a gente e receba a sua.

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