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Site pronto ou site próprio para imobiliária: como escolher

O site que vem com o CRM entra no ar em dias. O site próprio leva um projeto. Os dois leem o mesmo cadastro - o que muda é quem controla o resto.

E Equipe SA Corp 5 min de leitura
Site pronto ou site próprio para imobiliária: como escolher

Quem procura site para imobiliária encontra dois caminhos. O primeiro é o site que vem com o CRM: escolhe-se um modelo, troca-se o logo e as cores, e ele está no ar em poucos dias. O segundo é o site próprio, feito para a sua operação e ligado ao CRM por integração. Nenhum dos dois é errado. Eles resolvem problemas diferentes, e a escolha ruim é a que se faz sem saber qual problema é o seu.

O que o site pronto resolve bem

  • Prazo. Ele já existe. Para quem está abrindo a imobiliária, ter endereço na internet na mesma semana vale mais que qualquer refinamento.
  • Integração de fábrica. Site e CRM são do mesmo fornecedor, então imóvel e lead circulam sem projeto de integração.
  • Um responsável só. Quando algo quebra, existe um único suporte para acionar.
  • Compromisso pequeno. Costuma fazer parte do plano que você já contrata pelo sistema.

Para uma operação em início, com carteira pequena e captação vinda de portal e indicação, costuma ser a decisão certa. Gastar energia em site antes de ter estoque e processo de atendimento é inverter a ordem.

Onde o modelo pronto aperta

Os limites aparecem quando o site passa a ser cobrado como canal de captação, e não só como cartão de visita.

  • O mesmo modelo dos vizinhos. Outras imobiliárias da cidade que usam o mesmo CRM escolhem entre os mesmos layouts. Mudam as cores; a estrutura, a busca e a ficha são iguais.
  • SEO até onde o modelo deixa. Formato das URLs, títulos das páginas, textos de bairro e dados estruturados costumam ser decisão do fornecedor. Dá para preencher campos, raramente para mudar a estrutura.
  • Velocidade que não está na sua mão. O peso da página é o do modelo. Se ele carrega devagar no celular, não há o que ajustar por conta própria.
  • Pouco espaço fora do catálogo. Página de lançamento, área do proprietário, simulador, conteúdo por região: quando existem, existem no formato previsto.
  • O site vai embora junto com o sistema. É o ponto menos lembrado. Se um dia você trocar de CRM, o site fica para trás, e com ele os endereços que o Google já conhecia.

Nada disso é defeito do fornecedor. Produto feito para milhares de clientes precisa ser igual para todos.

O que o site próprio muda - e o que ele exige

O site próprio continua lendo o cadastro do CRM: ninguém passa a digitar imóvel em dois lugares. A diferença é que a camada que o cliente vê deixa de ser alugada. Layout, busca, ficha, páginas de bairro, velocidade e medição passam a ser decisão sua, e continuam sendo se o sistema por trás mudar.

Em troca, ele cobra três coisas:

  • Um projeto. Briefing, desenho, desenvolvimento e migração. São semanas, não dias.
  • Uma integração. O que dá para trazer do CRM, e com que frequência, depende do que o seu sistema oferece. Isso se confirma antes de fechar o escopo, não depois. Os detalhes estão em site de imobiliária integrado ao CRM.
  • Alguém cuidando. Monitorar a sincronização, publicar conteúdo, acompanhar os números. Site próprio abandonado rende menos que modelo pronto bem preenchido.

Seis perguntas para decidir

  1. De onde vêm os seus leads hoje? Se quase tudo vem de portal e indicação e isso basta, o site é vitrine, e vitrine pronta resolve.
  2. Você quer aparecer na busca por bairro? Disputar "apartamento à venda em [bairro]" pede páginas e conteúdo que o modelo pronto dificilmente comporta. O caminho está em SEO local para imobiliárias.
  3. Você investe em mídia paga? Campanha precisa de página própria, rápida e com medição de origem. Mandar clique pago para uma home genérica desperdiça verba.
  4. Sua operação tem algo que o modelo não prevê? Filiais, lançamentos, locação com área do proprietário, equipes por região.
  5. Há chance de trocar de CRM nos próximos anos? Se há, pese o custo de perder o site junto.
  6. Tem alguém para tocar o site depois de pronto? Se a resposta é não, resolva isso antes do projeto.

Três ou mais respostas apontando para captação própria indicam que o modelo pronto já está custando lead.

O caminho do meio

Começar com o site pronto e migrar depois é um plano razoável, desde que duas coisas sejam feitas desde o primeiro dia:

  • O domínio no seu nome. Registrado no CNPJ da imobiliária, e não em um subdomínio do fornecedor. É o domínio que carrega a reputação na busca; o resto se troca.
  • Um registro do que existe. Quais páginas recebem visita, quais buscas trazem gente. Na migração, cada endereço antigo precisa apontar para o novo, e o roteiro está em redesign sem perder SEO.

O que não muda em nenhum dos dois

O cadastro do imóvel mora no CRM, o lead precisa chegar a quem atende e alguém tem que responder rápido. Site nenhum compensa foto ruim, descrição copiada e contato respondido no dia seguinte. Depois de escolher o caminho, a lista do que a vitrine precisa ter está em o que não pode faltar no site de uma imobiliária.

Antes de propor um site próprio, olhamos o que o seu CRM permite e dizemos quando o modelo pronto ainda é o melhor negócio. Veja como trabalhamos com imobiliárias.

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