Portais imobiliários: quanto custa depender só deles
Portal traz volume, e volume é bom. O problema é a conta que aparece quando ele é o único canal: o lead é dele, a marca é dele e...
Ler artigoIntegração com o CRM, busca que funciona, SEO por bairro e distribuição de leads. O checklist do que separa um site imobiliário que vende de um catálogo bonito.
Site de imobiliária tem uma particularidade: ele não vende sozinho, mas define se o lead chega - e em que condição ele chega. Depois de mais de 15 anos construindo sites para o setor, esta é a lista do que realmente faz diferença.
O cadastro do imóvel precisa continuar acontecendo em um lugar só. O site lê o XML ou a API do seu sistema e atualiza fotos, valores, status e descrição sozinho. Cadastro duplicado é a receita certa para estoque desatualizado - e nada queima mais tempo do corretor do que atender alguém interessado em um imóvel já vendido.
Bairro, tipo, dormitórios, vagas, faixa de preço e finalidade. Simples assim. Filtro demais confunde; filtro de menos obriga o visitante a rolar página infinita. E o resultado precisa carregar rápido: cada segundo de espera na busca derruba conversão.
As combinações de busca precisam virar endereços legíveis - /apartamentos/vila-mariana, e não
/busca?id=32&t=1. É isso que permite ao Google indexar as suas páginas de listagem e mostrá-las para
quem procura "apartamento na Vila Mariana".
A busca por imóvel é hiperlocal. Uma página que fala sobre o bairro - perfil, mobilidade, comércio, escolas - além de listar os imóveis disponíveis, tem muito mais chance de ranquear do que uma listagem seca. É o tipo de conteúdo que os portais não conseguem produzir para cada anunciante.
Galeria de fotos com carregamento otimizado, planta, tour virtual quando houver, mapa da região, características em lista e um formulário sempre visível. Inclua dados estruturados de imóvel para enriquecer o resultado na busca.
O contato precisa cair no CRM e chegar ao corretor responsável por aquele imóvel ou região - por e-mail e, de preferência, no WhatsApp. Com a origem registrada: orgânico, campanha paga, portal ou acesso direto. Sem isso, você não sabe qual canal está pagando a conta.
A maior parte da busca por imóvel acontece no celular, muitas vezes em pé, com pouca paciência e conexão ruim. Projeto que nasce pensado para o desktop e depois "encolhe" perde essa audiência.
Foto de imóvel é pesada por natureza. Compressão adequada, formato WebP, carregamento sob demanda e cache são obrigatórios. Um site imobiliário lento perde visita e perde posição - o Google usa Core Web Vitals como critério.
Lançamento não espera fila de desenvolvimento. Vale definir no escopo quais áreas ficam sob o seu controle - tipicamente banners, textos de destaque, blog e páginas de empreendimento - para publicar campanha sem abrir chamado.
Portal é mídia alugada: o lead chega caro e dividido com concorrentes. Seu site é mídia própria - o lead chega direto, sem disputa na mesma página, e a marca que fica na cabeça do cliente é a sua.
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