Redesign sem perder SEO: o passo a passo dos redirecionamentos
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Ler artigoCriar contato@suaempresa.com.br é a parte fácil. A parte que decide se a mensagem chega são quatro registros de DNS que quase ninguém configura.
Ter contato@suaempresa.com.br em vez de um endereço genérico é o mínimo de credibilidade comercial.
Configurar isso leva uma tarde. Fazer com que as mensagens realmente cheguem à caixa de entrada de quem você quer
alcançar é outro assunto - e é onde quase todo mundo tropeça.
É a confusão mais comum. O domínio é um só, mas ele pode apontar o site para um servidor e o e-mail para outro, de outra empresa, sem nenhum problema. Quem faz esse desvio é o DNS.
Essa separação é uma vantagem, não uma complicação: você troca de hospedagem sem mexer no e-mail, e troca de provedor de e-mail sem tirar o site do ar. Se você ainda não tem o domínio no CNPJ da empresa, comece por domínio, hospedagem e e-mail profissional.
O critério não é preço, é dependência: se uma proposta perdida por cair em spam custa mais que um ano de assinatura, a conta já está feita.
Todos são linhas no DNS do seu domínio. Sem eles configurados, provedor nenhum entrega bem.
Comece o DMARC em modo de observação (p=none), leia os relatórios por algumas semanas e só então
endureça a política. Subir direto para rejeição costuma derrubar algum envio legítimo que você esqueceu que
existia - o sistema do contador, a ferramenta de assinatura eletrônica, a newsletter.
Em ordem de frequência, do que mais vemos:
Você paga por caixa. Endereços adicionais que só redirecionam para uma caixa existente - o
clássico financeiro@, comercial@, rh@ - são alias, e não
custam nada nos provedores sérios. Grupos são endereços que entregam a mesma mensagem para várias pessoas, com
histórico compartilhado.
Uma imobiliária de dez corretores raramente precisa de dez caixas pagas no primeiro momento: precisa das caixas de quem troca e-mail com cliente e alias para o resto. Revise isso uma vez por ano - assinatura de e-mail de funcionário que saiu é despesa fixa que ninguém audita.
Roteiro que evita o susto:
O erro clássico é aceitar o "importar zona DNS automaticamente" oferecido pelo provedor novo: ele reescreve os MX para o servidor dele, onde não existe nenhuma caixa sua. O e-mail para de chegar e ninguém percebe na hora - as mensagens simplesmente não vêm.
Formulário de contato, aviso de novo lead, recuperação de senha da área do cliente: tudo isso é e-mail saindo em nome do seu domínio. Se o site dispara direto do servidor, sem autenticação, essas mensagens são as primeiras a virar spam - e é por isso que tanta empresa jura que "o formulário não funciona".
A configuração correta é o site enviar por um serviço autenticado (o próprio provedor de e-mail ou um serviço de envio transacional), com o remetente dentro do SPF e assinado por DKIM. E, de preferência, com o lead também gravado no banco do site - assim, se o e-mail falhar, o contato não se perde.
Cuidamos dessa configuração nos projetos que hospedamos, inclusive do e-mail que o site dispara. Fale com a SA Corp.
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