LGPD no site da sua empresa: o que precisa estar lá
Sem juridiquês: os itens concretos que o seu site precisa ter para tratar dados dentro da lei — e os erros que aparecem em quase...
Ler artigoQuase todo ataque a site de empresa pequena é automatizado e explora as mesmas falhas de sempre. Conheça as oito mais frequentes e as defesas de cada uma.
Site de empresa pequena raramente é alvo escolhido a dedo. O que existe é um robô varrendo a internet inteira em busca das mesmas falhas conhecidas — e encontrando. A boa notícia é que a defesa contra ataque automatizado também é padronizada.
O robô tenta milhares de combinações de usuário e senha no painel administrativo.
Defesa: limite de tentativas por minuto, bloqueio temporário após falhas seguidas, senha longa, autenticação em duas etapas e endereço do painel fora do caminho óbvio.
O atacante insere comandos de banco de dados em um campo do site para ler ou apagar informação.
Defesa: consultas parametrizadas — o padrão em qualquer framework moderno. Só aparece em código antigo ou escrito na mão sem cuidado.
Código JavaScript malicioso é injetado em um campo e executado no navegador de outro visitante, roubando sessão ou redirecionando a página.
Defesa: escapar toda saída, sanitizar HTML enviado por usuário e aplicar uma Content Security Policy restritiva.
Um formulário que aceita anexo recebe um script disfarçado de imagem, que depois é executado no servidor.
Defesa: validar o tipo real do arquivo (não só a extensão), renomear no upload, guardar fora da pasta pública e nunca executar o que foi enviado.
O mais comum de todos. Robôs preenchem seus formulários com propaganda e links, poluindo a caixa de entrada e o banco de leads.
Defesa: desafio anti-bot (Turnstile, reCAPTCHA), campo honeypot invisível, limite de envios por IP e validação no servidor.
O cookie de sessão é interceptado e reutilizado para entrar como se fosse você.
Defesa: HTTPS em todas as páginas, cookies com as flags Secure,
HttpOnly e SameSite, e regeneração do identificador de sessão após o login.
Uma falha conhecida é publicada, e robôs saem procurando quem ainda não atualizou. É a origem da maioria dos sites invadidos em WordPress.
Defesa: rotina de atualização, remoção do que não é usado e monitoramento de vulnerabilidades das dependências.
O invasor troca sua página inicial ou — pior, porque é silencioso — insere links escondidos apontando para sites de apostas e remédios. Você só descobre quando o Google penaliza.
Defesa: monitoramento de integridade dos arquivos, alerta do Search Console ativo e backup testado para restaurar rápido.
Tire do ar ou coloque em manutenção, troque todas as senhas, restaure um backup anterior à invasão, aplique as atualizações pendentes e só então volte ao ar. Limpar o arquivo infectado sem fechar a porta de entrada garante que tudo se repita em poucos dias.
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